
Quando pensamos estar protegidos, será que realmente estamos?
Quando buscamos nossos ideais, nossas responsabilidades, nossos gostos, nossos prazeres, enfim, nosso refúgio. Por que sempre acabamos nos deparando com uma decepção?
Talvez eu tenha a resposta, mas nem eu mesmo consigo
segui-la, apresentarei-a a ti, caro leitor...
Nossos problemas sempre virão, isso é fato. Mas a pergunta é: O que nós temos feito?
Será que temos agido de forma coerente ? Será que não temos apenas fugido ?
"Coragem para a luta", disse-me meu pai à porta do Novo Mundo, "encontrarás as respostas que procura", tenho corrido atrás, talvez de forma certa, ou de forma
errônea, já não sei o caminho a seguir, também nada adianta apontar o caminho e seguir outra
direção. Vai saber o que é morrer de sede em frente ao mar, vai saber o que é não ter e ter que ter para dar. Sabe lá.
Apenas sei que os muros e grades nos protegem de quase tudo, o que não esperávamos é que o "quase tudo" é quase sempre "quase nada".
Se estou machucado por dentro, talvez eu agora aprenda que se eu não me importar dói menos, entenda meu raciocínio: Se não espero um sorriso, sem desilusão. Se não espero um abraço apertado, sem desilusão. Se não espero um beijo, sem desilusão.
E o que parecia nunca seguir uma linha
tênue, acaba se transformando em pequenas palavras simples e complexas juntadas num certo Blog por uma pessoa que talvez nem consiga expressar o que realmente sente. Ou que consiga.
"É Deus, parece que vai ser nós dois até o final."
Quando tempo demorei pra saber que nada sei...E você, caro leitor, se leu as palavras até agora, saiba que és um corajoso, mas não se prenda a elas, talvez seja pura falta de sintaxe. Ou então, apenas "Sintaxe à vontade"!
Grato!